
A energia elétrica deverá sofrer reajuste bem acima da inflação em 2021. Segundo um estudo feito pela TR Soluções, a tendência de alta para a Região Sul é de 12,2%. O percentual é mais do que triplo da prevista para a inflação que é de 3,6%. No país a projeção mostra que o aumento na média nacional do preço pago pela energia elétrica deverá ter um reajuste de 14,5%.
Vale lembrar quer esse não é aquele aumento temporário estipulado pelas bandeiras de energia que encarecem e barateiam o custo da energia consumida de acordo com o consumo do mês anterior. O aumento que foi objeto do estudo é o real e permanente.
Um dos vilões é o serviço de distribuição de energia elétrica, que também é associado ao Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que fechou 2020 em 23,14% pressionado pela alta do dólar e falta de insumos.
A conta de luz é composta da tarifa de energia elétrica, da bandeira tarifária e dos tributos. Aqui no Rio Grande do Sul, as maiores empresas do setor são a CEEE, que tem reajuste tarifário em novembro, e a RGE, que é do Grupo CPFL e tem data-base em junho.
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