
O último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde registrou 1,6 mil casos prováveis de dengue no Rio Grande do Sul, em 2019. Os dados são referentes ao período de janeiro a dezembro. Foram computados, ainda, 96 casos prováveis de chikungunya e 35 de zika.
O Levantamento Rápido de Índices para o Aedes Aegypti (LIRAa) classificou 127 municípios do Estado como situação de risco e outros 85 em alerta.
O médico sanitarista da Fiocruz Brasília, Cláudio Maierovitch, reforça a importância de eliminar os criadouros, uma vez que contribuem para a proliferação dos mosquitos e a transmissão das doenças.
– A principal prevenção para as três doenças se refere a transmissão, ou seja, a eliminação dos criadouros dos mosquitos. Qualquer coisa que possa acumular água parada, especialmente água limpa, mas não só, dentro dos quintais, dentro de casa, mesmo em apartamento, locais de trabalho, pode se transformar num criadouro para o mosquito Aedes Aegypti – ressaltou o médico sanitarista.