
Maior escolaridade da força de trabalho e redução na diferença do que é pago para homens e mulheres com o mesmo grau de instrução, são algumas das conclusões do Boletim de Trabalho, divulgado pelo Departamento de Economia e Estatística (DEE), vinculado à Secretaria Estadual de Planejamento, Orçamento e Gestão (SEPLAG).
Além do recuo na desigualdade em termos de renda, o estudo aponta um importante avanço no mercado por profissionais de ambos os sexos com formação superior.
A primeira edição do Boletim de Trabalho visa avaliar a forma como o período de baixo ritmo de crescimento econômico e de recessão da economia (entre 2014 e 2016), seguido do processo de lenta recuperação, impactou na força de trabalho nos diferentes níveis de escolaridade.
O documento, produzido com foco no Rio Grande do Sul a partir dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua), do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), dá sequência às divulgações de pesquisas realizadas pelo DEE, que nas últimas semanas incluíram o Boletim de Conjuntura e os números do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado.
– Quem acompanha a série de estudos que estamos divulgando consegue perceber um cenário bastante completo sobre a evolução de desenvolvimento do Rio Grande do Sul. É uma base importante para sabermos para onde caminhamos e também uma orientação aos agentes econômicos nas suas decisões – disse Gilberto Pompílio de Melo Filho, secretário adjunto de Planejamento e Orçamento da SEPLAG.