
A preocupação com a crescente presença das arboviroses (dengue, chikungunya, zika vírus e febre amarela) no Rio Grande do Sul reuniu integrantes do Centro de Operações de Emergência (COE - Arboviroses) na sexta-feira (18/6). Neste ano, até agora, o Estado tem 85% dos municípios infestados pelo Aedes Aegypti e dez óbitos por dengue, além da baixa e média cobertura vacinal para a febre amarela em 390 localidades.
A secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann, disse, na abertura do encontro, que aposta no COE - Arboviroses para nos trazer alternativas de enfrentamento a essas áreas de preocupação no Estado. Ela propôs que seja elaborado um plano de contingência robusto, efetivo e prático, a partir dos dados que já temos, e partirmos para as ações.
Segundo a chefe da Divisão de Vigilância Epidemiológica, Tani Ranieri, que apresentou o panorama das arboviroses aos integrantes do COE, é necessário intensificar, pelos municípios, a vacinação contra a febre amarela em pessoas de 18 a 59 anos, nas regiões prioritárias sudoeste, centro oeste e de fronteira com a Argentina.
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