
Recentemente, o Hospital Santo Antônio (HSA), de Tenente Portela, recebeu uma emenda parlamentar de R$ 1 milhão. Ao longo dos anos, esse tipo de recurso extra tem sido fundamental para fortalecer o atendimento prestado à população. Além disso, auxilia no custeio de despesas mensais, subsidia investimentos relevantes em infraestrutura e novos equipamentos.
A presidente do HSA, Mirna Braucks, afirmou que 2026 está sendo um ano difícil quanto à destinação de emendas parlamentares para o hospital. Ela atribui a adversidade ao pleito eleitoral de outubro e a algumas leis vigentes. A gestora celebrou o montante recebido dias atrás e enalteceu que esse apoio financeiro, proveniente de autoridades políticas, permite maior estabilidade e melhorias na prestação dos serviços aos pacientes.
Por outro lado, Mirna Braucks lamenta os diversos anúncios de valores para o HSA, cujo dinheiro nunca ingressou na conta da instituição. Cabe destacar que, conforme a designação, as emendas parlamentares podem ser utilizadas de duas formas: pagamento de gastos operacionais ou investimentos.
De janeiro a junho deste ano, o hospital registrou aproximadamente R$ 5 milhões em recursos indicados para custeio e R$ 700 mil para aquisição de aparelhos. Segundo o assessor da presidência do HSA, Leonardo Hartk, esses montantes financeiros ainda não estão disponíveis porque existem trâmites burocráticos a serem superados.
Atualmente, as despesas fixas e variáveis do Hospital Santo Antônio alcançam R$ 7 milhões por mês. — Essas emendas são sempre bem-vindas. O hospital é apartidário e recebe recursos de todos os deputados — enfatizou Leonardo Hartk. Ainda em relação às emendas parlamentares, ele acrescentou que algumas vêm com determinados comprometimentos, geralmente pertinentes à execução de serviços.
A presidente do HSA revelou que serão abertos mais dez leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Tenente Portela. — O Estado vai terminar as obras para nós e ainda fornecer os equipamentos. Na maioria das vezes, os leitos da UTI estão ocupados por pacientes do SUS — salientou. Ela frisou que o recurso enviado para manter o setor já existente é insuficiente.
Para enfrentar as dificuldades, Mirna Braucks reiterou que acredita e conta com o apoio de deputados, senadores, prefeituras, vereadores, comunidades e voluntários.
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