
O delegado Rodrigo Lorenzini Zucco, denunciado pelo Ministério Público (MP) por supostamente forjar flagrantes e cobrar valores para não formalizá-los, sustenta que seu nome foi envolvido na investigação “por engano”.
Segundo Zucco, a confusão ocorreu porque ele tinha autorização judicial para fazer “ação controlada e infiltração” desde 2015. Nesse tipo de trabalho, policiais podem, por exemplo, deixar de realizar atos que são obrigatórios em determinadas circunstâncias, como a prisão de um suspeito.
Desta forma, Zucco acredita que a Promotoria Especializada Criminal pode ter interpretado de forma equivocada algum ato por ele cometido dentro dessa ação controlada.
A denúncia, encaminhada à Justiça de São Leopoldo, ainda está sob análise. O MP confirma o trabalho, mas não revela detalhes da investigação. Nem mesmo se o caso tem relação com a ação controlada que Zucco cita.
O delegado informou já ter feito contato com a Promotoria Especializada Criminal, colocando-se à disposição para apresentar documentos da ação controlada.
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