
De acordo com a Serasa Experian, 63,3 milhões de brasileiros estavam com contas atrasadas e negativadas em julho deste ano. O crescimento foi de 2,7% em relação ao mesmo período de 2018. O número representa 40,5% da população adulta do país, que deve principalmente para instituições financeiras.
Se comparado a junho de 2019, aproximadamente 100 mil pessoas deixaram os registros de contas atrasadas e negativadas (redução de 0,2% em julho deste ano).
Para o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, ainda que o número esteja em um patamar bastante elevado, a expectativa é que o segundo semestre continue trazendo, na comparação mensal, uma redução pequena, mas gradativa por conta da melhora no cenário econômico.
– Há a expectativa da liberação de parte do saldo do FGTS, 13º salário e os lotes remanescentes da restituição do Imposto de Renda, o que deve trazer um fôlego maior – disse Luiz Rabi.