
O departamento municipal de Meio Ambiente revelou que entre os meses de janeiro e março deste ano, foram recolhidos cerca de 1.500 quilos de lixo eletrônico. Desde 2013, a municipalidade mantém um ponto de coleta deste tipo de resíduo, contribuindo assim para a redução dos descartes irregulares e em locais impróprios.
– É preciso descartar o lixo eletrônico em locais apropriados – reitera o secretário municipal de Agricultura, Iodai dos Santos. Ele acrescenta que, aparentemente, as palavras ‘lixo’ e ‘tecnologia’ não têm muito a ver uma com a outra, ou quando têm é no melhor dos sentidos, ou seja, no sentido de algum tipo de tecnologia que dê o destino adequado para o lixo. – Porém, quando a tecnologia fica ultrapassada, vira lixo, e com certeza, um lixo altamente nocivo – destaca o secretário.
As tecnologias são substituídas muito rapidamente, como, por exemplo, telefones celulares, computadores e televisores. – Em nosso dia-a-dia, não pensamos nisso. Não pensamos o quanto uma bateria de celular ou de notebook ou mesmo uma pilha irá poluir o solo, e que seus componentes, como plástico e metais pesados, podem chegar aos lençóis freáticos. O departamento ambiental do município tem a preocupação de evitar essa poluição – afirmou Iodai dos Santos.