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Carlinhos Alfaiate reitera que eleição na Terra Indígena não tem legitimidade

Cacique apresentou declaração de outros pré-candidatos a cacique que também não reconhecem a eleição atual

26/11/2021 às 17h42 Atualizada em 26/11/2021 às 17h54
Por: Jonas Martins Fonte: Jornal Província
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Carlinhos Alfaiate tomou posse em fevereiro de 2018 (Foto: Jonas Martins)
Carlinhos Alfaiate tomou posse em fevereiro de 2018 (Foto: Jonas Martins)

Em nota encaminhada para a Rádio Província o cacique da Terra Indígena do Guarita, Carlinhos Alfaiate, reitera a sua posição em relação as eleições que estão sendo organizadas por uma comissão. Ele diz que foi eleito democraticamente em fevereiro de 2018 e que seu mandato irá até dezembro de 2022. Uma comissão que foi formada e está organizando uma eleição a despeito da vontade do atual cacicado sustenta que o mandato de Carlinhos termina em fevereiro de 2022.

Na nota ele cita também as declarações que foram entregues junto com a nota, assinada por Joel Fortunato do setor de Irapuá, Natalino Mineiro do setor de Laranjeira, Conélio Camargo do setor de Bananeira, Joceli Cipriano do setor de Missão, Mariano Jacinto do setor de Bananeira e Valdir Joaquim do KM5 onde eles afirmam ser pré-candidatos para eleição para cacique e que não concordam com a forma com que a eleição está sendo organizada pela atual comissão, fora do prazo e sem a consulta em toda a comunidade.

Nas declarações todos os citados cobram a formação de uma nova comissão eleitoral, sendo que esta deverá ser constituída em meados do segundo semestre de 2022 para realizar a eleição no final de 2022 de maneira legitima e amplamente transparente.

Na nota o cacique ainda afirma que a comissão eleitoral deverá ser formada por membros de todos os setores, onde, após constituídos, votarão entre si para definir o presidente e demais cargos e estabelecerão as regras que serão empregadas no pleito a ser realizada.

A nota também faz menção direta ao ex-cacique Valdônes Joaquim, que é candidato na eleição organizada pela comissão atual. Carlinhos acusa Valdônes de estar agindo de forma rasteira para desestabilizar a paz dentro da comunidade e cita o fato do ex-cacique ter sido destituído do cargo, condenado judicialmente e preso.

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