
O Brasil fechou o mês de março de 2022 com a criação de 136.189 empregos formais, segundo o balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) apresentado na quinta-feira (28/4) pelo Ministério do Trabalho e Previdência. O número é menor do que os 153.431 empregos novos gerados em março do ano passado.
O saldo de março foi resultado de 1.953.071 contratações menos 1.816.882 demissões. O estoque de empregos formais – que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos no país – encerrou o terceiro mês com 41,2 milhões de empregados – variação positiva de 0,33% em relação a fevereiro. No acumulado do ano, foi registrado saldo de 615.173 empregos, decorrente de 5.820.897 admissões e de 5.205.724 desligamentos.
— Este é o terceiro mês consecutivo que verificamos um crescimento na criação de novos empregos — destacou o ministro José Carlos Oliveira, durante a apresentação do resultado. — Nos permite sonhar em um número acumulado no final de 2022 superior àquele que havíamos programado, que era cerca de um milhão de novos empregos — acrescentou o ministro.
Os dados mostram que o saldo positivo do nível de emprego em março foi registrado em quatro dos cinco grupos de atividades econômicas. A maior parte, no total de 111.513 novos empregos, foi gerada no setor de serviços, distribuído principalmente nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas.
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