
O terceiro dia do julgamento do Caso Bernardo foi aberto na manhã de hoje com a sequencia de audição das testemunhas de defesa elencadas pelos advogados de Leandro Boldrini.
A primeira testemunha ouvida no dia de hoje foi Luiz Omar, que prestava serviços para a família Boldrini, quando esse ainda era casado com Odilaine, mãe de Bernardo.
A testemunha apontou para calma de Leandro, mesmo quando segundo ele, esse descobriu que estava sendo traído pela esposa. Houve uma discussão entre o advogado Jean de Menezes Severo e a testemunha, inclusive forçando a juíza Sucilene a suspender a suspensão para chamar a atenção do advogado que chegou a chamar a testemunha de mentirosa.
A segunda testemunha da manhã foi Maria Lúcia Cremonese, que era professora de Boldrini na infância. Ela traçou um perfil de Leandro, de que ele teve uma criação rígida e com poucas demonstração de afeto e que era uma pessoa desatenta.
Após os promotores pressionarem a testemunha para falar que tipo de impacto essa criação teve nos irmãos de Leandro, ela acabou não conseguindo responder.
Após isso a defesa pediu uma breve suspenção para a instalação de um telão para o depoimento de Luiz Gabriel Costa Passos que é um perito criminal que atestou que a assinatura encontrada em uma receita usada para a compra do medicamento encontrado no corpo do menino Bernardo não é do médico Leandro Boldrini.
Neste mesmo momento a defesa também comunicou a dispensa dos testemunhos dos familiares de Leandro, que estavam arroladas que são Paulo e Vilson , irmãos e Sônia, cunhada do réu.
Os julgamento retornou alguns minutos depois com oi depoimento do perito.