
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, apresentou um cronograma em que prevê a distribuição de cerca de 230,7 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 até julho.
Na programação apresentada, o ministro incluiu as negociações com os laboratórios União Química/Gamaleya e Precisa/Bharat Biotech, que podem garantir ao Brasil a chegada da vacina russa Sputnik V e da indiana Covaxin, respectivamente. A previsão, de acordo com o Governo Federal, é que o contrato com os dois laboratórios seja assinado em breve. Os dois imunizantes ainda não possuem pedido de uso emergencial aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).
— No cronograma, listamos todos os laboratórios com os quais o ministério vem trabalhando, com instituições como o Butantan e a FIOCRUZ já com compras e contratos executados, com previsões de entrega perto de 300 milhões de doses. Com os demais laboratórios contratados, chegamos a 450 milhões de doses de vacinas no total — afirmou Eduardo Pazuello.
As próximas entregas aos estados acontecem ainda em fevereiro: serão dois milhões de doses da AstraZeneca/FIOCRUZ, importadas da Índia, e 9,3 milhões da Sinovac/Butantan, produzidas no Brasil. Em março, o Ministério da Saúde também aguarda a chegada de 18 milhões de doses da vacina do Instituto Butantan e mais 16,9 milhões da vacina da AstraZeneca.
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