
O que no final da tarde era uma intenção do governador Eduardo Leite, virou ação judicial protocolada no Supremo Tribunal Federal (STF) na noite de quinta-feira (15): o procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa, entrou com Arguição por Descumprimento de Preceito Constitucional (ADPF), na tentativa de garantir o direito do governo gaúcho de dar prioridade aos professores na vacinação.
A ação tem 411 páginas e entrou no sistema eletrônico do STF às 21h28min. Com carimbo de "urgente", pede liminar para que o governo do Estado possa alterar a ordem de vacinação prevista pelo Ministério da Saúde no Plano de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19.
Na quinta-feira, a vacinação prioritária dos professores foi tema de reunião do comitê de crise do governo. Chamado a apresentar soluções jurídicas para o impasse, o procurador-geral do Estado já havia indicado a ação no STF como o caminho mais adequado.
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