
O projeto da biometria, elaborado pela Justiça Eleitoral, tem o objetivo de implantar em âmbito nacional, a identificação e verificação da impressão digital para garantir que o cidadão seja único no cadastro eleitoral e que ao se apresentar para o exercício do voto, seja o mesmo que se habilitou no alistamento promovido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O projeto piloto da biometria, realizado no ano de 2008, envolveu cerca de 40 mil eleitores dos municípios de Colorado do Oeste (RO), São João Batista (SC) e Fátima do Sul (MS). Os primeiros registros biométricos na área de abrangência da 101ª Zona Eleitoral foram realizados por votantes de Derrubadas e Vista Gaúcha, em 2013.
A 101ª Zona Eleitoral (ZE) é formada por cinco municípios, que totalizam 20.690 pessoas com título de eleitor. Deste número, 20.660 poderão votar por meio da identificação biométrica no pleito de outubro deste ano, quando será escolhido o novo presidente da República e o novo governador do Rio Grande do Sul, entre outros cargos eletivos.
O cidadão que não fez o recadastramento biométrico teve o título de eleitor cancelado. O prazo para regularizar a situação em 2018 expirou no dia 09 de maio. Quem está com pendências perante a Justiça Eleitoral não poderá votar no pleito deste ano.
140ª Zona Eleitoral:
Braga, Campo Novo, Coronel Bicaco e Redentora, são os municípios que compõem a 140ª Zona Eleitoral. O número de votantes alcança 19.131, sendo que destes, 19.079 passaram pelo recadastramento biométrico.
Em três dos quatro municípios, o processo que permite a identificação do eleitor através da impressão digital foi concluído durante o ano de 2013. A exceção foi Braga, cujo recadastramento biométrico terminou no segundo semestre de 2015.
