
A informalidade no mercado de trabalho atingiu 41,6% dos trabalhadores do país em 2019, ou 39,3 milhões de pessoas. Entre os brasileiros ocupados sem instrução ou com o ensino fundamental incompleto, a proporção de informais era de 62,4%, mas de apenas 21,9% entre aqueles com ensino superior completo.
Os números constam na Síntese de Indicadores Sociais, divulgada na quinta-feira (12/11), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
As atividades que mais concentraram pessoas em ocupações informais, no ano passado, foram serviços domésticos (72,5%), agropecuária (67,2%) e construção (64,5%). Segundo o IBGE, desde 2014, em decorrência do desaquecimento do mercado de trabalho, houve ampliação relativa das ocupações informais, com destaque para transporte, armazenagem e correio, alojamento e alimentação, e construção.
Em 2019, a proporção de trabalhadores em ocupações informais alcançou 61,6% na Região Norte e 56,9% no Nordeste. Por outro lado, as regiões Sudeste e Sul, apresentaram proporções de, respectivamente, 34,9% e 29,1%.
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