
A implantação do milho para a safra de verão 2026/2027 alcançou cerca de 68% dos 896,4 mil hectares estimados para o Rio Grande do Sul. Com a elevação das temperaturas e a recuperação das condições do solo, a maior parte das lavouras está entre a germinação e os primeiros estágios de desenvolvimento.
Na Região Administrativa de Santa Rosa, o trabalho já alcançou 86% da área programada. Nas áreas que apresentam desenvolvimento mais adiantado, os produtores começaram a realizar a adubação nitrogenada em cobertura.
A produção de milho destinada à silagem atingiu 45% da superfície prevista no Estado. Enquanto isso, arroz e feijão da primeira safra deram os primeiros passos no campo, com o andamento do plantio influenciado pela quantidade de chuva e pelas temperaturas mais baixas.
Entre as lavouras de inverno, o trigo apresenta 54% das áreas em enchimento de grãos e 23% em floração. A colheita já começou de forma localizada e chega a 1%, principalmente em áreas mais adiantadas do Noroeste gaúcho.
A presença de umidade elevada aumentou a necessidade de tratamentos com fungicidas para conter doenças, entre elas a giberela. A aveia-branca registra 7% da área colhida, enquanto a canola chega a 3%, e a cevada segue avançando no período reprodutivo.
No cultivo de hortaliças, o plantio do alho foi encerrado na região de Passo Fundo. Já a implantação da moranga cabotiá começou no Vale do Taquari.
Na atividade pecuária, o excesso de precipitações combinado ao frio voltou a limitar o crescimento das pastagens cultivadas na região de Frederico Westphalen.
Diante das condições, produtores começaram a implantar áreas com capim-sudão e também reforçaram a alimentação dos animais com silagem.
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