
O prefeito de Redentora, Nilson Paulo Costa, classificou a denúncia contra si, que está tramitando na Câmara Municipal de Vereadores, como política e tentativa de golpe à sua gestão. Segundo ele, a denúncia de que um funcionário estaria recebendo sem trabalhar não merece credibilidade, e citou o nome do servidor Pompílio Martins Lutz, afirmando que ele foi contratado em 2013, época em que Marcos Giacomini, autor da denúncia, chefia o Poder Executivo.
Nilson Paulo Costa disse acreditar nos vereadores do município e que eles irão analisar a situação de maneira técnica e imparcial, pois não há fundamento na denúncia apresentada por Marcos Giacomini. O atual prefeito também afirmou que a comunidade lhe conhece e sabe sua forma de trabalhar. – A ação não é nada mais do que uma tentativa de golpe – reitera Nilson Paulo Costa.
Sobre a acusação de que ele não estaria cumprindo uma Lei Municipal com diretrizes para a educação, Nilson Paulo Costa disse que a responsabilidade de colocar em prática tal norma é da secretária da Educação, Marilene da Rosa, esposa do ex-vice-prefeito, Carlos da Rosa, e cunhada do vereador Wanderlei da Rosa. O atual chefe do Poder Executivo enfatizou que o município está cumprindo os requisitos legais dentro da área da educação e que não há nada ao contrário disso. Também frisou que nos seus três anos de governo, nunca precisou prestar esclarecimentos ao Ministério Público ou a Justiça quanto as suas ações de gestão.
O Poder Legislativo já instituiu uma comissão formada pelos vereadores Wanderlei da Rosa (PT), Dieike de Bona (MDB) e Jones Leiria (PSDB), para analisar a denúncia. Segundo informações, foram concedidos dez dias para o prefeito apresentar sua defesa prévia.
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