Segunda, 28 de Setembro de 2026
18°C 35°C
Tenente Portela, RS
Publicidade

Oposição recusa acordo de procedimento sobre votação de PEC do Estado de Emergência

Vinicius Loures/Câmara dos Deputados Alencar Santana, líder da Minoria, aponta "estelionato eleitoral" Os partidos de oposição decidiram não fech...

Por: Radar Nacional Fonte: Agência Câmara de Notícias
05/07/2022 às 16h00
Oposição recusa acordo de procedimento sobre votação de PEC do Estado de Emergência
Alencar Santana, líder da Minoria, aponta "estelionato eleitoral - (Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados)

Os partidos de oposição decidiram não fechar acordo de procedimento para a votação da PEC que institui estado de emergência até o final do ano para ampliar o pagamento de benefícios sociais (PEC 1/22).

A oposição defende que o texto mantenha a tramitação com prazos originais e amplo debate e é contrária à celeridade da votação da proposta. As siglas garantem usar de todas as ferramentas regimentais para evitar que o texto seja votado rapidamente. Para a oposição, a proposta tem caráter meramente eleitoreiro.

A PEC prevê R$ 41,25 bilhões até o fim do ano para a expansão do Auxílio Brasil e do vale-gás; para a criação de auxílios aos caminhoneiros e taxistas; para financiar a gratuidade de transporte coletivo para idosos e para compensar os estados que concederem créditos de ICMS para o etanol, reduzindo a carga de tributária sobre o biocombustível. O texto destina os recursos para reforçar o programa Alimenta Brasil, que adquire alimentos de agricultores familiares, extrativistas, pescadores artesanais, povos indígenas e demais populações tradicionais.

O líder da Minoria, Alencar Santana (PT-SP), afirmou que a PEC é um “estelionato eleitoral”. Segundo o parlamentar, a oposição não aceita que o governo queira correr com o prazo de tramitação da PEC na Câmara.
“A oposição defende o prazo igual das outras PECs. Não houve acordo de procedimento porque entendemos que se trata de um estelionato eleitoral”, disse.

O líder do PT, deputado Reginaldo Lopes (MG), afirmou que ninguém é contra atender os mais necessitados, mas destacou que o governo quer usar a consciência dos mais pobres para burlar as leis eleitorais.

“O estado de emergência é uma desonestidade intelectual. A oposição denuncia há três anos e meio a política de preços do Bolsonaro, que quebrou a economia popular do Brasil. Eu me recuso a votar um negócio desse, é um absurdo”, criticou.

O líder do PSB, Bira do Pindaré (MA), disse que a base governista quer manter o texto do Senado. Ele quer que o debate seja amplo e afirmou que a oposição vai usar todos os mecanismos para garantir o debate do tema. “São medidas eleitoreiras. Concessões desse tipo são vedadas”, disse.

 

 

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
Tenente Portela, RS
23°
Tempo nublado
Mín. 18° Máx. 35°
24° Sensação
6.84 km/h Vento
86% Umidade
100% (1.75mm) Chance chuva
06h17 Nascer do sol
18h33 Pôr do sol
Terça
28° 18°
Quarta
19° 16°
Quinta
20° 13°
Sexta
22° 10°
Sábado
26° 11°
Economia
Dólar
R$ 5,22 +0,79%
Euro
R$ 5,94 +0,63%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 461,983,94 -0,35%
Ibovespa
182,991,13 pts -0.26%
Enquete
...
...
Publicidade
Lenium - Criar site de notícias