
Terminou no sábado (7/5), o prazo para que os postos em todo o país se adequassem à regra de exibir o preço dos combustíveis com duas casas decimais, e não mais com três, como ocorria anteriormente.
A mudança foi determinada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), por meio da resolução nº 858/2021, publicada em novembro do ano passado.
De acordo com a ANP, o objetivo da mudança é deixar o preço do combustível mais preciso e claro para o consumidor, além de estar alinhado com a expressão numérica da moeda brasileira.
Assim sendo, acrescenta a agência, os preços deverão ser exibidos com duas casas decimais tanto no painel de preços quanto nos visores das bombas abastecedoras.
A ANP informa, no entanto, que nas bombas abastecedoras o terceiro dígito poderá ser mantido, desde que marcando zero e travado no momento do abastecimento. — Dessa forma, os postos não precisarão trocar os módulos das bombas, o que poderia acarretar custos aos agentes econômicos — justificou a agência.
Na avaliação da ANP, a mudança não implicará no valor final dos preços dos combustíveis, uma vez que a norma não trará custos relevantes aos revendedores e nem restrições aos preços praticados.
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