
A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) decidiu que o novo empréstimo ao setor elétrico para cobrir os custos da crise energética do ano passado será de até R$ 10,5 bilhões, dividido em duas partes.
O dinheiro será levantado junto a bancos públicos e privados. O financiamento, com cobrança de juros, será pago pelos consumidores de energia através de um novo encargo aplicado à conta de luz a partir de 2023.
A primeira parte do empréstimo foi regulamentada na terça-feira (15/3) e será de até R$ 5,3 bilhões, à vista. O valor deverá cobrir:
- O saldo negativo das bandeiras tarifárias que não arrecadaram o suficiente (R$ 540 milhões);
- O custo do bônus pago aos consumidores que economizaram energia no fim do ano passado (R$ 1,68 bilhão)
- A postergação de cobranças pelas distribuidoras (R$ 2,33 bilhões); e a importação de energia, entre julho e agosto do ano passado (R$ 790 milhões);
Já a segunda parte – estimada, até o momento, em outros R$ 5,2 bilhões – será para cobrir parte do custo da contratação emergencial de energia, realizada em leilão simplificado no ano passado e com período de fornecimento a partir de 1º de maio de 2022.
A segunda parte do empréstimo, porém, ainda será avaliada pela agência e passará por consulta pública. Não há previsão de quando isso ocorrerá.
■ Notícias no WhatsApp:
Receba as notícias do Site Clic Portela no seu telefone celular! Clique aqui e faça parte do nosso grupo de WhatsApp.
■ Nos siga no Instagram:
Clique aqui e acompanhe todas as publicações do Sistema Província de Comunicação de Tenente Portela.