
As obras de construção do Hospital Regional de Palmeira das Missões seguem embargadas, desde novembro de 2022, quando a prefeitura determinou a suspensão dos trabalhos em decorrência de problemas estruturais encontrados por fiscais do poder público municipal.
Os problemas encontrados consistem em rachaduras e fissuras no prédio e precisam ser corrigidos antes da obra prosseguir. A prefeitura pede ainda que após a correção seja expedido um laudo explicando os motivos que causaram os danos.
Uma perícia externa foi contratada para avaliar a construção. Os laudos ainda não foram divulgados, mas as informações são de que as análises “são ruins”, com muitos problemas, mas todos solucionáveis.
Caso não haja resolução, a prefeitura promete tomar novas medidas e reforça que a continuidade da obra está garantida. A construção foi contratada ao custo de R$ 115 milhões. Depois de pronto, o hospital será referência para uma população de mais de meio milhão de habitantes, de 72 municípios.
Na época da determinação da prefeitura, a empresa Sial Engenharia, através do presidente da construtora, Edenilso Rossi, enviou uma nota para a imprensa onde diz que o embargo não tem respaldo técnico. A empresa garante que vinha fazendo as correções até a paralisação da obra, que ocorreu por questões financeiras. Ela também acusa a prefeitura de estar tentando desviar a atenção para a necessidade de reajustar os valores da construção.
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