
Na visita feita pelos técnicos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes mostrou parte do que está sendo pensado para o projeto da ponte entre Barra do Guarita e Itapiranga e as possíveis modificações que poderão ser ocasionadas no traçado da RSC-163 para dar condições para a construção da ponte.
Uma coisa já ficou clara desde a indicação do serviço constante no edital para a contração de uma empresa para a construção da ponte: a ponte não seguirá o mesmo trajeto por onde atualmente é feita a travessia através de uso de balsas. A travessia sobre o rio deverá ocorrer por cima do espaço conhecido como Remanso do Rio Uruguai.
Uma outra novidade apresentada pela empresa que está fazendo o projeto é sobre uma possível alteração no trajeto da rodovia no espaço anterior e posterior e ponte. A obra exigirá modificações em parte da rodovia para pode dar condições de engenharia para a construção da estrutura sobre o rio.
Do lado catarinense, já parece estar definido que será necessária a construção de anel viário, que fará um trajeto por trás da cidade de Itapiranga, até se encontrar novamente com a rodovia.
Já do lado gaúcho, a situação é um pouco mais complicada. Atualmente a cheda até Barra do Guarita é feita com uma descida extremamente íngreme. Essa particularidade do trajeto exigiria que fosse feita uma grande obra de engenharia para diminuir essa condição para possibilitar a chegada até a cabeceira da ponte.
As alternativas apresentadas pelas empresas preveem uma mudança no traçado da rodovia, com passagem por trás do morro antes de Barra do Guarita, chegando até a comunidade de Jaboticaba no interior de Barra do Guarita.
As outras opções também preveem essa construção que modificaria o traçado da rodovia no trajeto antes da chegada em Barra do Guarita, pegando uma rota que chegaria até a comunidade de Jaboticaba.
O projeto final deverá ser finalizado ainda este ano. O prefeito de Barra do Guarita, Rodrigo Locatelli Tissot, disse que a empresa explicou que a passagem da rodovia pela cidade, para chegar até a cabeceira da ponte é muito mais complexa do que aderir a um traçado alternativo. O prefeito crê que independente do traçado o sonho de construção da ponte está cada vez mais próximo.
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