O deputado estadual Gabriel Souza, MDB, pré-candidato do partido ao governo do estado, esteve nesta quinta-feira, 21, cumprindo uma agenda política por municípios da região. O político esteve em Frederico Westphalen, Palmitinho e Tenente Portela.
Na passagem por Tenente Portela, o ex-presidente da Assembleia Legislativa concedeu entrevista na Rádio Província onde falou sobre as suas expectativas relacionadas a disputa eleitoral desse ano.
Gabriel Souza começou falando a respeito da sua idade, ele tem 38 anos, e terá a missão de representar o maior partido do estado no pleito de outubro. Ele brincou que apesar da pouca idade, já não será o governador mais novo do estado, uma vez que Eduardo Leite foi eleito aos 32 anos.
Apesar de ainda não ter chegado aos 40 anos, Gabriel Souza registou que tem bastante experiência, uma vez que já ocupou o cargo de líder do Governo Sartori na Assembleia e foi presidente da casa. O deputado tem está no segundo mandato.
O pré-candidato disse que sua candidatura nasceu, depois de muita discussão dentro do partido, para ser uma opção útil ao debate político e para evitar que se viva aqui no estado a polarização que está sendo notada em nível nacional. Ele disse que o gaúcho não pode se contentar em escolher o menos pior e deve ter opções que contribuam com o debate de ideias.
Sobre o fraco desempenho que demonstrou em pesquisas recentes, ele disse que isso não o preocupa uma vez que historicamente os candidatos do MDB iniciam com baixos índices e crescem no decorrer do processo eleitoral e ele acredita que com dessa vez não será diferente.
Sobre a possível composição da chapa, Souza disse que já está conversando com algumas legendas, mas que tem procurado partidos que tenham alinhamento ideológicos próximos dos seus. Sobre a vaga para o senado ele afirmou que ela pertence ao ex-governador Sartori e ele poderá ocupar se assim desejar, no entanto, em caso de negativa de Sartori, não se descarta a possibilidade da vaga ser cedida a outro partido na composição.
Sobre a situação econômica do estado, que sempre foi um problema, o deputado disse que vai montar um plano de governo alicerçado na responsabilidade. Sobre as queixas dos servidores públicos em relação a valorização salarial, ele disse que os reajustes devem ser no limite máximo do que o estado pode pagar. Segundo deputado, não adianta prometer um reajuste grande e depois não conseguir bancar. Ele adiantou que vai votar a favor do reajuste de 6% que está em discussão na Assembleia Legislativa.
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