O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, encerrou sua agenda de campanha antes do primeiro turno neste sábado (3), com uma motocarreata entre Santa Bárbara d’Oeste e Americana, no interior de São Paulo. O ato reuniu centenas de motos e carros e provocou congestionamentos na região do bairro Campo Grande.
Após a mobilização, Flávio defendeu mudanças no Poder Judiciário, especialmente no Supremo Tribunal Federal (STF), e o fim do foro privilegiado. O candidato criticou ministros da Corte e acusou integrantes do Supremo de favorecerem a campanha pela reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As declarações foram feitas a jornalistas e representam as afirmações do candidato.
Flávio também criticou o Congresso Nacional por antecipar discussões que, segundo ele, deveriam ocorrer após as eleições. A manifestação ocorreu em meio à expectativa de análise de uma proposta que prevê reduzir a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, sem redução salarial, e encerrar a escala 6x1.
O candidato ainda acusou o PT de utilizar instituições públicas para perseguir adversários políticos e fez críticas à atuação da Polícia Federal e do ministro Flávio Dino. Sem apresentar, no relato, comprovação para essas acusações, também afirmou que pretendia promover a pacificação e o respeito à Constituição em um eventual governo.
A motocarreata contou com a participação do governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos), dos candidatos ao Senado André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP), além do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB). No encerramento, houve execução do Hino Nacional e uma oração. Flávio também exibiu uma imagem do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
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