Especiais 15 dias na estrada
Chama Crioula: cavaleiros da 20ª RT têm chegada prevista a Três de Maio em 1º de setembro
Fogo simbólico foi gerado em 14 de agosto em Rio Pardo
22/08/2026 09h45
Por: Editoria Local Fonte: Redação | Sistema Província de Comunicação
Cerca de 30 pessoas, entre cavaleiros e integrantes das equipes de apoio, participam da cavalgada (Foto: Divulgação | 20ª RT)

Os cavaleiros da 20ª Região Tradicionalista (RT) devem chegar a Salto do Jacuí neste sábado (22/8), cumprindo mais uma etapa da jornada de aproximadamente 450 quilômetros para levar a centelha da Chama Crioula até Três de Maio. Após a parada, a comitiva retoma o percurso no domingo (23/8) em direção a Cruz Alta – onde a chegada está prevista para a próxima terça-feira.

A viagem seguirá pelo Noroeste gaúcho até 1º de setembro – data estimada para a recepção em Três de Maio. Cerca de 30 pessoas, entre cavaleiros e integrantes das equipes de apoio, participam da cavalgada, que terá 15 dias de deslocamento desde a saída de Rio Pardo.

Pouco tempo depois da chegada, Três de Maio será o ponto de encontro das entidades tradicionalistas da Região Noroeste. Nos dias 4 e 5 de setembro, o CTG Tropeiros do Buricá sediará a distribuição regional da Chama Crioula. A programação reunirá representantes dos municípios e entidades que integram a 20ª RT.

A partir de Três de Maio, as centelhas serão conduzidas às comunidades da região, onde permanecerão durante as atividades relacionadas aos Festejos Farroupilhas.

Centelha foi recebida em Rio Pardo

A jornada da 20ª RT teve início após a 77ª Geração e Distribuição da Chama Crioula – ocorrida em Rio Pardo. O fogo simbólico foi gerado em 14 de agosto, em solenidade no Parque de Exposições do Sindicato Rural – marcando oficialmente o começo dos Festejos Farroupilhas 2026 no Rio Grande do Sul.

No dia seguinte, as centelhas foram entregues às delegações das Regiões Tradicionalistas, que iniciaram o transporte para diferentes pontos do Estado. A programação reuniu lideranças tradicionalistas, representantes do MTG, autoridades, cavaleiros e comunidade, além de contar com atividades culturais e desfile das comitivas pelas ruas de Rio Pardo.

Reconhecida como patrimônio cultural imaterial do Rio Grande do Sul, a Chama Crioula significa a preservação das tradições e a transmissão da identidade e da cultura gaúcha entre as gerações.

 

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