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Morte de empresário em Guarani das Missões: MP-RS dá parecer favorável às prisões preventivas de investigados
Pareceres foram apresentados pelo promotor de Justiça Guilherme Modesti Donin
08/08/2026 13h23 Atualizada há 2 horas
Por: Editoria Local Fonte: MP-RS
Durante a fuga, um acidente de trânsito na BR-392 matou o refém e um suspeito (Foto: Divulgação | PRF)

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS) manifestou-se favoravelmente à conversão das prisões em flagrante em prisões preventivas dos quatro investigados pelo crime ocorrido na madrugada de sexta-feira (7/8), em Guarani das Missões, na Região Noroeste do Estado, que resultou na morte do empresário Cleiton de Oliveira Santos, 44 anos, mantido refém durante a fuga do grupo criminoso. Os pareceres foram apresentados ainda na sexta-feira pelo promotor de Justiça Guilherme Modesti Donin.

O MP-RS acompanha o caso desde as primeiras horas e atuou com prioridade máxima após a lavratura do auto de prisão em flagrante. O promotor de Justiça também participou na sexta-feira da audiência de custódia de um dos presos. As audiências dos outros três investigados serão realizadas posteriormente, pois eles permanecem hospitalizados. O caso tramita sob segredo de Justiça.

O crime

Conforme a investigação, o grupo invadiu a residência da família, rendeu os moradores e manteve Cleiton de Oliveira Santos como refém. Em seguida, os criminosos saíram da casa e foram até a ótica da família utilizando o veículo da vítima. Ao perceberem a mobilização policial, fugiram em direção a Cerro Largo. Durante o trajeto pela BR-392, o veículo se envolveu em um acidente seguido de incêndio, causando a morte da vítima e de um dos suspeitos. Outros três investigados foram presos após o fato, e um quarto foi detido em Município vizinho.

Atuação do MP-RS

Em manifestação encaminhada ao Judiciário, o promotor posicionou-se pela homologação das prisões e pela conversão das prisões em flagrante em preventivas dos quatro investigados, diante da gravidade dos fatos, do risco à ordem pública e da necessidade de assegurar o andamento das investigações.

Guilherme Donin ainda destaca que o MP-RS seguirá acompanhando as diligências necessárias para o esclarecimento da dinâmica criminosa, a identificação de eventuais outros envolvidos e a responsabilização penal dos autores.

 

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