O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), órgão ligado à Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul (SES), confirmou nesta terça-feira a segunda morte causada pela dengue no Estado neste ano.
A vítima é um homem de 90 anos, com comorbidades, que faleceu no dia 7 de abril. Ele residia no município de Guaporé, cidade que apresenta índice elevado de casos prováveis da doença.
A Secretaria Estadual da Saúde reforçou o alerta para que a população procure atendimento médico imediatamente após o surgimento dos primeiros sintomas, evitando o agravamento do quadro clínico e possíveis complicações fatais.
Sintomas mais frequentes
Entre os principais sinais da dengue estão febre alta persistente, dores atrás dos olhos, dor de cabeça, dores musculares e nas articulações, além de mal-estar, náuseas, vômitos, diarreia e manchas avermelhadas pelo corpo, que podem surgir com ou sem coceira.
Medidas preventivas seguem sendo fundamentais
As autoridades de saúde destacam que o combate ao mosquito Aedes aegypti continua sendo a principal forma de prevenção. A recomendação é eliminar recipientes com água parada em áreas internas e externas das residências, impedindo a reprodução do inseto.
Outras medidas importantes incluem o uso de repelentes e a vacinação do público-alvo, destinada a crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, além de profissionais da atenção primária em saúde.
Estado apresenta redução no número de casos
Apesar da confirmação do segundo óbito, o Rio Grande do Sul registra queda nos índices da doença em comparação ao ano passado. Até o momento, foram contabilizados 1.493 casos confirmados de dengue, sendo 1.237 contraídos dentro do próprio Estado.
Os demais registros envolvem moradores gaúchos infectados durante viagens para outras regiões. Em 2025, o Estado havia ultrapassado a marca de 52 mil casos confirmados e contabilizado 53 mortes relacionadas à doença.
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