O governador Eduardo Leite e o vice-governador Gabriel Souza inauguraram neste sábado (28/02) a ponte entre Braga e Campo Novo, sobre o Rio Turvo, na ERS-518, na região Noroeste do Rio Grande do Sul.
A obra foi executada pelo Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), vinculado à Secretaria de Logística e Transportes (Selt), com investimento de R$ 13,2 milhões. A ponte possui 100 metros de extensão e 12 metros de largura. A demanda pela estrutura era apresentada pela região há mais de 30 anos.
Durante a solenidade, o governador afirmou que a obra representa a ligação entre comunidades e relacionou o simbolismo da ponte à atuação política no Estado. Ele também declarou que a entrega é resultado de medidas de reorganização fiscal adotadas nos últimos anos, destacando que o equilíbrio das contas públicas permite a realização de investimentos.
O governador citou que o Rio Grande do Sul registra volume elevado de investimentos, com recursos aplicados em acessos asfálticos, ligações regionais, apoio a municípios e hospitais, além do pagamento de fornecedores e servidores. Também mencionou a participação da Assembleia Legislativa, do governo, de municípios e da comunidade no processo que viabilizou a obra.
A nova ponte substitui uma estrutura de madeira onde a passagem ocorria com fluxo alternado de veículos. Caminhões de grande porte não utilizavam a antiga travessia, o que impactava no tempo de deslocamento e no custo do frete.
O diretor-geral do Daer, Luciano Faustino, informou que a ponte foi concluída em 2024. Em 2025, enchentes provocaram erosões no local, exigindo a elaboração de um novo projeto para construção das cabeceiras. Segundo ele, a nova estrutura atende aos padrões técnicos de segurança e qualidade definidos.
O vice-governador afirmou que a infraestrutura viária está relacionada ao escoamento da produção agrícola, ao deslocamento de trabalhadores e ao funcionamento da economia regional.
Ao encerrar o ato, o governador declarou que o cenário atual difere de períodos anteriores, quando havia pedidos relacionados a atrasos de pagamentos, e que atualmente as demandas são por obras e investimentos.