Cidades Caso Bernardo
Justiça nega pedido de prisão domiciliar para madrasta de Bernardo Boldrini
Graciele Ugulini, condenada por homicídio e ocultação de cadáver, teve pedido de domiciliar negado pela segunda vez em menos de um ano
10/06/2024 15h27
Por: Jonas Martins Fonte: Jornal Província
Gracieli Ugulini foi condenada pela morte de Bernardo Boldrini (Foto: Tribunal de Justiça)

A Justiça negou o pedido de prisão domiciliar feito por Graciele Ugulini, madrasta de Bernardo Uglione Boldrini, morto em 2014. Graciele foi condenada por homicídio e ocultação do cadáver do menino de 11 anos em Três Passos, na Região Noroeste do Rio Grande do Sul. A decisão foi proferida pelo juiz Geraldo Anastácio Brandeburski Júnior e divulgada na sexta-feira (7). Esta é a segunda vez em menos de um ano que Graciele tem seu pedido negado.

O magistrado avaliou que a data para a progressão de regime de Graciele, de fechado para semiaberto, não está próxima, sendo prevista para outubro de 2025. O advogado de Graciele argumentou que os pais dela estão doentes e necessitam de cuidados, além de mencionar que Graciele está matriculada em um curso superior. Contudo, o juiz afirmou que não há previsão legal que permita a saída de presos em regime fechado para frequentar aulas presenciais.

De acordo com o Tribunal de Justiça do RS, Graciele cumpre uma pena de 37 anos e 7 meses de prisão, dos quais já cumpriu 12 anos. A decisão mantém Graciele Ugulini no regime fechado, seguindo o curso da justiça estabelecido pelo tribunal.