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04/09/2018 ás 18h24 - atualizada em 07/09/2018 ás 01h08

Diones Roberto Becker

Tenente Portela / RS

Unidade da JBS de Três Passos é pauta de encontro no Palácio Piratini
Planta da empresa está interditada desde a primeira quinzena do mês passado
Unidade da JBS de Três Passos é pauta de encontro no Palácio Piratini
Reunião ocorreu na manhã desta terça-feira, em Porto Alegre (Foto: Divulgação/ASCOM Três Passos)

Na manhã desta terça-feira (04), uma comitiva de Três Passos se reuniu com o governador José Ivo Sartori. No encontro realizado no Palácio Piratini, foi tratado sobre a situação da unidade da JBS na capital da Região Celeiro, interditada na primeira quinzena do mês passado por determinação do ministério do Trabalho.


Na oportunidade, o grupo liderado pelo prefeito José Carlos Amaral entregou um ofício ao governador solicitando a resolução do impasse e que seja autorizado o reinício das atividades na unidade enquanto ocorrem as adequações exigidas pelo ministério do Trabalho. O documento ainda pede garantias de que a empresa receberá o certificado de funcionamento após atender todas as exigências apresentadas.


O chefe do Executivo do Rio Grande do Sul prometeu intervir diretamente junto ao governo federal para solucionar o impasse. Além disso, nomeou o secretário estadual de Agricultura, Pecuária e Irrigação, Odacir Klein, para tratar sobre o assunto em Brasília.


A comitiva saiu otimista da reunião no Palácio Piratini, com perspectivas de que o governo do estado entendeu a importância da JBS para vários municípios gaúchos. – A empresa é a maior empregadora de Três Passos, com 880 funcionários diretos e ainda a maior geradora em termos de arrecadação – ressaltou o prefeito José Carlos Amaral.


O mandatário também destacou o empenho das lideranças na formação da comitiva e no agendamento da reunião com o governador José Ivo Sartori, tendo em vista os reflexos da JBS na questão socioeconômica de Três Passos. – Acreditamos que o governo do estado saiu sensibilizado com a pauta apresentada e irá buscar reverter o impasse para que a empresa providenciando as adequações exigidas retome o funcionamento – frisou o prefeito José Carlos Amaral.


A interdição da unidade foi determinada pelo ministério do Trabalho no último dia 17 de agosto, após uma inspeção constatar que havia risco a saúde dos funcionamentos. O laudo técnico apontou ‘condição de risco grave e iminente à saúde e à integridade física dos trabalhadores’ em áreas que correspondem à movimentação de carga, embalagem, abate e sala de lavagem, entre outras.

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