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25/06/2020 ás 21h49 - atualizada em 25/06/2020 ás 21h51

Diones Roberto Becker

Tenente Portela / RS

Indústria de alimentos contratou oito mil pessoas durante a pandemia de coronavírus
Considerado atividade essencial, o setor cresceu 10% em exportações
Indústria de alimentos contratou oito mil pessoas durante a pandemia de coronavírus
De acordo com o levantamento da ABIA, o setor foi responsável pela criação de oito mil empregos de janeiro a abril deste ano (Foto: Diones Roberto Becker)

As contratações no primeiro quadrimestre cresceram 0,5% na indústria de alimentos em relação ao mesmo período de 2019. De acordo com o levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA), o setor foi responsável pela criação de oito mil empregos de janeiro a abril deste ano. Por ser atividade essencial, a indústria de alimentos continuou a produzir durante a quarentena provocada pela pandemia de Covid-19.


Para manter o funcionamento, as empresas implementaram medidas de segurança e prevenção nas fábricas e o isolamento social de profissionais do grupo de risco, resultando na criação de novas vagas.


– No início do ano, antes da pandemia, as perspectivas da indústria de alimentos e bebidas acompanhavam a dinâmica da economia brasileira, que era de alta de 2,2% do PIB, de acordo com o Banco Central. Com o impacto do novo coronavírus o cenário mudou. O setor teve que, de forma imediata, implementar medidas de segurança e prevenção nas fábricas. Não é possível, ainda, fazer uma projeção confiável para o ano – diz o presidente executivo da ABIA, João Dornellas.


As exportações de alimentos industrializados, segundo a ABIA, tiveram alta de 10% em relação a abril de 2019, e em volume, de 13%. O aumento das exportações para o mercado asiático, em particular a China, foi o principal fator para o resultado.


– A alta das exportações brasileiras de alimentos industrializados já era esperada, mesmo com a pandemia do novo coronavírus. O mercado asiático ainda sofre com a crise sanitária de Peste Suína Africana e tem importado cada vez mais carne suína e carne de frango do Brasil. O Brasil é o segundo maior exportador de alimentos industrializados do mundo em volume, e a indústria brasileira de alimentos, por ser considerada atividade essencial, não parou de produzir durante a pandemia, tendo honrado todos os seus compromissos com os países importadores – afirmou João Dornellas.


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FONTE: Agência Brasil

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