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26/05/2020 ás 11h02 - atualizada em 26/05/2020 ás 18h37

Eduardo Sarvadori

Tenente Portela / RS

Planalto: Perícia aponta que morte de Rafael Winques ocorreu por estrangulamento
Mãe do menino de 11 anos confessou a autoria do crime
Planalto: Perícia aponta que morte de Rafael Winques ocorreu por estrangulamento
Corpo de Rafael Mateus Winques foi encontrado no final da tarde da segunda-feira (25/05) (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)

Ao contrário do que alegou, em depoimento, a mãe de Rafael Mateus Winques, a análise do Instituto Geral de Perícias (IGP) apontou que o menino de 11 anos morreu por estrangulamento. Alexandra Dougokenski havia dito à Polícia Civil que tinha matado o filho sem intenção e alegou que a criança havia morrido por conta da administração de medicamento.


O corpo de Rafael Mateus Winques foi encontrado no fim da tarde da segunda-feira (25/05). Ele estava desaparecido há dez dias. O cadáver foi encontrado na garagem de uma residência. O local fica a cerca de cinco metros da casa onde o garoto vivia com a família.


Segundo o delegado Joerberth Nunes, diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI), a investigação ainda apura se houve realmente a administração de algum tipo de remédio. Essa perícia depende de análise laboratorial e também está sendo realizada.


– Se ele foi esganado no interior da residência, certamente ele reagiu. Teria gritado. O irmão que estava no quarto ao lado, teria que ter ouvido algo. O irmão diz que não viu nada durante a noite. É uma hipótese da mãe ter dopado a criança, levado para a residência ao lado e ter feito a esganadura na criança – afirma o delegado.


Ainda conforme o diretor do DPI, a Polícia Civil apura se houve participação de outra pessoa no crime. Joerberth Nunes ressalta que a mãe teria condições físicas de esganar o filho, mas que a hipótese de haver envolvimento de, pelo menos, uma outra pessoa é investigada. – Há fatos, sob sigilo, que estão sendo apurados neste exato momento – reitera o delegado.


Joerberth Nunes também disse que o padrasto da criança estava no trabalho, em um hotel em Ametista do Sul, na madrugada em que teria acontecido a morte. Isso foi confirmado por meio de imagens de câmeras de segurança obtidas pela investigação.


A mulher estava separada há cerca de três anos do pai de Rafael, que é agricultor e reside em Bento Gonçalves. Segundo a Polícia Civil, ele estava no município da Serra na data do crime e seguiu para Planalto após ser informado do desaparecimento.


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FONTE: Gaúcha ZH

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