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16/05/2020 ás 16h42 - atualizada em 16/05/2020 ás 16h44

Diones Roberto Becker

Tenente Portela / RS

68,4% dos municípios do RS optaram por atividades remotas durante suspensão das aulas
Pesquisa inédita foi realizada pela área técnica de educação da FAMURS
68,4% dos municípios do RS optaram por atividades remotas durante suspensão das aulas
Desde o dia 23 de março, 100% das aulas na educação básica estão suspensas em todas as escolas públicas do Rio Grande do Sul (Foto: Diones Roberto Becker)

Uma pesquisa inédita realizada pela área técnica de educação da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (FAMURS) revela quais as alternativas estão sendo adotadas pelas prefeituras após a suspensão das aulas em função da pandemia de coronavírus (Covid-19).


Desde o dia 23 de março, 100% das aulas na educação básica estão suspensas em todas as escolas públicas do Rio Grande do Sul. A FAMURS ouviu as Secretarias Municipais de Educação das 497 cidades gaúchas, e obteve 431 respostas, para verificar como está a realidade de alunos, professores, pais e da comunidade onde o educandário está inserido.


Questionados sobre o envio de atividades remotas, domiciliares e complementares, a pesquisa da FAMURS identificou que 68,4% dos municípios optaram por essa alternativa desde o início da suspensão das aulas no final de março; 25,5% estão fazendo este encaminhamento a partir do mês de maio e 6% vão reorganizar o calendário escolar após o retorno das aulas.


O setor de educação da FAMURS também questionou o meio pelo qual essas atividades foram enviadas aos alunos, e constatou que 14,9% das prefeituras remeteram de forma online utilizando a tecnologia. Já 37,3% entregaram nas escolas a partir de um cronograma que evitasse a aglomeração e 47,9% utilizaram formas diferentes de entregas como: transporte que passasse nas localidades, outros setores da municipalidade, colegas que morassem perto, bem como. professores que residem nas localidades.


Quanto à validação destas atividades remotas, domiciliares e complementares encaminhadas, 18,5% dos municípios pretendem validar todos os dias suspensos, 31% desejam validar alguns dias e horas aulas, 42% almejam recuperar parcialmente e 9% esperam recuperar todos os dias letivos no retorno às atividades.


Conforme a coordenadora de Educação da FAMURS, Fátima Ehlert, é importante destacar que está para homologação o parecer nº 05/2020, do Conselho Nacional de Educação (CNE), que prevê a reorganização do calendário escolar e a possibilidade de cômputo de atividades não presenciais para fins de cumprimento da carga horária anual, em razão da pandemia do Covid-19 como também a Medida Provisória (MP) nº 934/2020 que flexibiliza os dias letivos, mas mantém as horas aulas.


– Estes dois ordenamentos legais darão amparo a reorganização do calendário em cada um dos 497 municípios do Rio Grande do Sul que terão suas propostas validadas pelos pareceres exarados pelo Conselho Municipal de Educação para os municípios que tem sistema próprio e pelo CEED-RS para os que ainda não são sistema – ressalta Fátima Ehlert.


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FONTE: FAMURS

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