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27/11/2019 ás 19h50 - atualizada em 27/11/2019 ás 19h53

Diones Roberto Becker

Tenente Portela / RS

PNAD Contínua: Procura por emprego dura mais de dois anos para milhões de brasileiros
Dados foram revelados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
PNAD Contínua: Procura por emprego dura mais de dois anos para milhões de brasileiros
Taxa de desemprego, divulgada no fim de outubro e referente ao terceiro trimestre de 2019, ficou em 11,8% no país (Foto: Diones Roberto Becker)

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelam que aproximadamente 3,2 milhões de pessoas procuram emprego há mais de dois anos no Brasil. Esse número representa 25,2% dos 12,5 milhões de desocupados no país.


Ainda conforme o IBGE, cerca de 1,8 milhão de brasileiros, ou 7,1% dos desocupados, estavam há menos de um mês procurando emprego. A taxa de desemprego, divulgada no fim de outubro e referente ao terceiro trimestre de 2019, ficou em 11,8% no território nacional.


Desalentados:


O número de desalentados (pessoas que desistiram de procurar emprego) foi de 4,7 milhões de indivíduos no terceiro trimestre do ano. Os maiores contingentes estavam na Bahia (781 mil) e no Maranhão (592 mil), e os menores em Roraima (17 mil) e Amapá (19 mil).


O percentual de pessoas desalentadas foi de 4,2%. Os maiores percentuais estavam no Maranhão (18,3%) e Alagoas (16,5%), e os menores em Santa Catarina (1,1%), Rio Grande do Sul (1,3%) e Distrito Federal (1,3%).


Empregos formais:


Santa Catarina tinha o maior percentual de empregados com carteira assinada (87,7%). Já o menor percentual estava no Maranhão (49,9%).


As unidades da federação com maior percentual de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado foram Maranhão (50,1%), Pará (49,9%) e Piauí (49,9%). As menores taxas foram observadas no Rio Grande do Sul (18,1%) e Santa Catarina (12,3%).

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