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09/10/2019 ás 20h30 - atualizada em 09/10/2019 ás 20h37

Diones Roberto Becker

Tenente Portela / RS

Brasil: INCA aponta que mortalidade por câncer de mama está abaixo da média mundial
Números sobre a doença foram apresentados pelo Instituto Nacional do Câncer
Brasil: INCA aponta que mortalidade por câncer de mama está abaixo da média mundial
Brasil está situado na segunda faixa mais baixa com uma taxa de 13 mortes por 100 mil habitantes (Foto: Divulgação/Ministério da Saúde)

A mortalidade do câncer de mama no país é baixa na comparação com outras nações. O Brasil está situado na segunda faixa mais baixa com uma taxa de 13 mortes por 100 mil habitantes, ao lado de países como Estados Unidos, Canadá e Austrália, e melhor do que alguns deles, como a França e Reino Unido.


Por outro lado, figura também na segunda faixa mais alta de incidência de câncer de mama entre todos os países. Neste caso, a taxa de incidência é de 62,9 casos por 100 mil habitantes (taxa padrão utilizada mundialmente). A análise da situação do câncer de mama no Brasil de 2018 foi apresentada pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) durante cerimônia de celebração do Outubro Rosa, no Rio de Janeiro.


– O fato de a taxa de incidência ser relativamente alta e a de mortalidade ser relativamente baixa mostra que o nosso sistema de saúde, apesar de todos os problemas, está salvando muitas vidas. Mas temos imensos desafios pela frente – afirma Liz Almeida, chefe da Divisão de Pesquisa Populacional do INCA.


A mortalidade por câncer de mama está ligada, principalmente, ao acesso ao diagnóstico e tratamento adequado no tempo oportuno. O objetivo é diagnosticar o câncer o mais precocemente possível, ainda nos estágios iniciais da doença, quando o tratamento é mais efetivo. A cada ano, o Brasil vem conseguindo aumentar o percentual de casos diagnosticados nos estágios in situ (considerado zero) e 1 de 17,3% em 2000 para 27,6% em 2015. Mas essa proporção continua muita baixa na Região Norte (12,7%), em contraste com as regiões Sul (29,2%) e Sudeste (30,8%). Mas é necessário avançar na prevenção e diminuição das desigualdades regionais e socioeconômicas.

FONTE: Ministério da Saúde

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