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Cidades

08/08/2019 ás 11h13 - atualizada em 15/08/2019 ás 15h28

Diones Roberto Becker

Tenente Portela / RS

Seis municípios da Região Celeiro tem alto risco de infestação do Aedes Aegypti
Mosquito é o responsável pela transmissão da dengue, zika e chikungunya
Seis municípios da Região Celeiro tem alto risco de infestação do Aedes Aegypti
Tenente Portela já recorreu ao ‘fumacê’ para eliminar a presença do Aedes Aegypti em alguns bairros da cidade (Foto: Diones Roberto Becker)

O Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes Aegypti (LIRAa) apontou que o Rio Grande do Sul tem 85 municípios com alto risco de transmissão de dengue, zika e chikungunya. Segundo dados coletados entre maio e junho deste ano, em cerca de 4% dos imóveis fiscalizados nestas cidades foram encontrados recipientes com água parada e larvas do inseto.


De acordo com o LIRAa, seis municípios da Região Celeiro possuem alto índice de infestação do mosquito: Tenente Portela (9,0), Inhacorá (7,7), Vista Gaúcha (6,3), Santo Augusto (5,3), Três Passos (5,0) e Campo Novo (4,7).


Em 2019, o Estado já registrou mais de mil casos autóctones de dengue. A Secretaria Estadual da Saúde (SES/RS) alerta que as medidas de prevenção devem permanecer mesmo agora durante o inverno, época do ano quando há uma redução na circulação do mosquito.


O LIRAa permite que, com base nas informações coletadas, o gestor pode identificar os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito, bem como, o tipo de criadouro predominante. O objetivo é que, com a realização do levantamento, os municípios tenham melhores condições de fazer o planejamento das ações de combate e controle do Aedes Aegypti. O Índice de Infestação Predial (IIP) gerado pelo método indica o percentual de amostras onde foram identificadas larvas do inseto.


Repasses de recursos aos municípios:


O Governo do Estado investiu R$ 4.837.420,79 neste ano para que 361 municípios desenvolvam ações de prevenção e combate ao Aedes Aegypti. Os recursos foram destinados às cidades consideradas infestadas pelo inseto, ou seja, que tiveram ao menos um foco de larvas do mosquito identificados nas armadilhas nos últimos 12 meses. Entre esses municípios estão os 85 com o índice de infestação considerado de alto risco.

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