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04/08/2019 ás 21h55 - atualizada em 04/08/2019 ás 21h58

Diones Roberto Becker

Tenente Portela / RS

Pesquisa: Três em cada dez brasileiros ainda usam crediário
30% dos entrevistados recorreram à modalidade nos últimos 12 meses
Pesquisa: Três em cada dez brasileiros ainda usam crediário
Falta de condições para pagamento a vista é o principal motivo que levou os consumidores a apelar ao crediário (Arte: Divulgação/CNDL)

Embora venha perdendo força com a popularização de outras modalidades de crédito, especialmente nos grandes centros urbanos, o crediário ou o cartão de loja continua presente na vida do brasileiro.


De acordo com levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), três em cada dez brasileiros (30%) fizeram uso de crediário (carnê, boleto a prazo ou cartão para compras exclusivas em uma loja) nos últimos 12 meses, sendo que 26% recorreram a essa modalidade todos os meses. Outros 31% a cada dois ou três meses e 31%, três vezes ou menos no ano.


A falta de condições para realizar o pagamento à vista em dinheiro foi o principal motivo que levou os entrevistados a recorrer ao crediário nesse período (35%), principalmente entre as pessoas de renda mais baixa (40%). Outros 25% viram vantagem na pouca burocracia exigida pelos estabelecimentos comerciais, número que aumentou em 12 pontos percentuais em relação ao ano anterior.


Já 20% das pessoas ouvidas optaram pelo crediário com a estratégia de fazer mais compras, opção que cresceu oito pontos percentuais em um ano. A possibilidade de parcelar o valor das compras, aliás, foi a principal vantagem apontada por 30% dos usuários de crediário, enquanto 19% veem benefício em fazer compras mesmo não tendo dinheiro e 15% em ter prazos maiores para o pagamento das aquisições.


– Pagar no crediário permite que a pessoa adquira uma maior quantidade de itens e se comprometa com uma prestação mais acessível, dentro dos limites do orçamento mensal. O problema é que essa facilidade pode favorecer o consumo impulsivo e até mesmo o descontrole nas compras. Então, é essencial refletir sobre a real necessidade de cada item e fazer as contas para saber se a parcela, ainda que de valor baixo, não irá comprometer o pagamento de outras despesas já assumidas a cada mês – alerta o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.

FONTE: CNDL/SPC Brasil

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