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Cidades

06/04/2019 ás 19h22 - atualizada em 06/04/2019 ás 20h03

Eduardo Sarvadori

Tenente Portela / RS

Ex-prefeito de Cruz Alta tem prisão decretada pelo TJ-RS
Político esteve à frente do município do Noroeste gaúcho entre 2013 e 2016
Ex-prefeito de Cruz Alta tem prisão decretada pelo TJ-RS
Juliano da Silva é acusado de desvio de verba e lavagem de dinheiro (Foto: Reprodução/G1-RS)

O ex-prefeito de Cruz Alta, Juliano da Silva, teve a prisão preventiva decretada pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS). O político esteve à frente do município do Noroeste gaúcho entre 2013 e 2016. A decisão da 4ª Câmara Criminal do TJ-RS foi tomada de maneira unânime.


O ex-prefeito é acusado de desvio de verba e lavagem de dinheiro no processo. O Ministério Público (MP), autor do recurso acolhido pelos desembargadores, aponta que o político aumentou o próprio patrimônio em 229%, uma elevação incompatível com a renda declarada entre 2012 e 2015.


Segundo o relatório do desembargador Rogério Gesta Leal, o pedido apontou que a 'materialidade delitiva restou cabalmente demonstrada pelos documentos que acompanham a denúncia, os quais dão conta de que o representado desviou valores do erário público em seu benefício'.


O MP aponta também que Juliano 'dissimulou e ocultou a propriedade de bens adquiridos com os valores provenientes da prática da apropriação de rendas públicas', além de alegar periculosidade, porque ele responde a 'inúmeras ações penais pela prática de crimes contra a administração pública', e garantia de ordem pública, 'haja vista que esta deve ser analisada à luz de vários fatores, entre os quais a gravidade concreta da infração, a repercussão social e periculosidade do agente'.


O recurso aponta também que o réu responde a quatro processos que apuram delitos contra a administração pública, e que ele não foi encontrado por oficiais de justiça em várias visitas ao endereço dele.


Em setembro de 2017, Juliano da Silva e outras três pessoas tiveram os bens bloqueados devido a supostas irregularidades em um projeto de lei que ele havia apresentado para pagar por sepultamentos no Cemitério Jardim do Sossego. Segundo a promotoria, os serviços deveriam ser gratuitos, mas estavam sendo pagos.

FONTE: G1

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